quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

FECHANDO PARA O BALANÇO DE 2017




Daqui a dez dias estaremos fechando o ano em curso. É a hora de fazer uma retrospectiva das conquistas e desventuras que tivemos no ano que se finda. É lógico que o novo promete, que acena para novas esperanças e praticamente ofusca o que não obtivemos êxito em 2017, mas as vezes lembrar destes fracassos, ou melhor da falta de sucesso em algumas áreas talvez nos faça avaliar mais a nossa atuação e aplicação melhor do tempo, da vida de oração e envolvimento com as coisas de Deus. Por exemplo, se onde tínhamos convicção de vitória fomos derrotados, que isso sirva apenas para mostrar que nem sempre os parâmetros da intenção resultam no que esperamos. 

E espiritualmente como foi 2017? Para mim 2017 foi um ano muito difícil, diria até o mais difícil de toda a minha vida. Um ano de profundas perdas na área espiritual, o que acabou trazendo uma dolorida somatização. Experimentei ondas de felicidades, mas por causa da saúde, este ano, no sentido geral, eu falhei com a minha máxima preferida: “a felicidade não está onde a buscamos, mas onde a pomos “. Mas porque isto? Porque não sou máquina, sou pessoa, sou gente.”

Bem é verdade que “as pessoas querem que nós ministros sejamos máquinas, que não tem sentimento, nem uma vida, só querem receber e nunca dar, NÓS SOMOS PESSOAS! Parece estranho um pastor falar isto, mas não é. Pesquisas sobre o estado de saúde emocional de pastores após anos de ministério são feitas com regularidade para medir o tamanho do estresse vivido pelos líderes evangélicos. O estudo mais recente, feito com 1.726 pastores, descobriu que o cargo expõe os ministros a um risco de depressão e ansiedade muito maior do que outras atividades profissionais, como mostra os recentes casos de suicídios de renomados pastores.

Isto é uma realidade, mas de repente começamos pensar que as lutas, os problemas de 2017, enfim tudo quanto nos sobreveio este ano, agora na reta final nos trouxe algo que de certa forma acabou se transformando numa lição, num aprendizado. Creio que mesmo as lutas que atravessamos acabam gerando um benefício ou um crescimento.

Nada o que nos acontece, ocorre ou sucede está fora do governo de Deus. Sempre tem uma algo que acaba resultando para o nosso bem. Do trabalho para casa, da casa para a igreja ou escola, independente dos fatos ocorridos, a soma do balanço tem que ter um parecer final do estilo de Paulo quando escreveu aos Romanos “ que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus.” ( Rm. 8:28).

Está acabando o ano, pegue o embalo do vídeo abaixo e glorifique a Deus por ter chegado até aqui. E o 2018? 2018 é futuro, lute, insista, não olhe para o passado, descansa, a promessa é:" porque deveras há um fim bom; não será malograda a tua esperança". (Pv 23:18) 


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